Publicado por: campani | maio 7, 2012

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Fundamentos da Cabala: Sêfer Yetsirá – edição revisada e ampliada

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Publicado por: campani | novembro 20, 2010

Kabbalah – Five Basic Principles (Michael Laitman)

Publicado por: campani | novembro 20, 2010

A Cabala e o Mito de Sophia

Carlos A. P. Campani

O mito de Sophia é uma elaborada alegoria pertencente à tradição gnóstica que pretende explicar a situação do homem neste mundo. O mito representa um complemento para os primeiros capítulos da Bíblia, apresentando eventos que ocorreram antes do início do Gênesis, o que permite uma reinterpretação radical do drama ali descrito.

Segundo o mito, de um princípio desconhecido emanaram, em sucessão, seres divinos, chamados de aeons, que constituem uma hierarquia divina denominada pleroma, que representa a natureza divina.

No princípio, o pleroma estava em paz e ordem. No entanto, cada emanação distanciava-se cada vez mais da fonte primordial, até que surgiu Sophia, associada à sabedoria e ao aspecto feminino da divindade. Sophia, o aeon mais distante da fonte primordial, desejava conhecer o princípio de onde tudo emanou. Seu desejo era impossível de ser realizado, e sua tentativa acabou provocando o surgimento de um reflexo imperfeito do seu desejo, uma hipostalização deste desejo, na figura de um ser chamado de demiurgo. A ação de Sophia provocou uma instabilidade no pleroma, pois sua ação não tinha a autorização da hierarquia.

Usurpando o poder criador de Sophia, o demiurgo, desconhecendo a existência dos aeons e da Raiz Desconhecida de onde tudo emanou, criou o mundo material e o homem.

Neste ponto do mito, inicia a narração do Gênesis, com a criação do mundo. Segundo os gnósticos, o Deus criador dos judeus, na verdade, é o ignorante e vaidoso demiurgo. A tentativa do demiurgo de escravizar os homens, negando-lhes o conhecimento (representado pelos frutos da árvore do conhecimento), provocou a compaixão de Sophia que, disfarçando-se de serpente, incitou o homem a comer dos frutos da árvore proibida. Ao ser bem sucedida, Sophia readquiriu seus poderes, dado uma esperança de salvação aos homens. Neste sentido, a serpente não representa uma adversária da humanidade, mas sim a sua redentora, revestindo-se o evento de um significado soteriológico.

Este mito tem nítidos paralelos com a doutrina do rompimento dos recipientes da cabala luriânica (fundada pelo Rabino Isaac Luria). Neste outro mito, a natureza divina estava em paz e ordem pois estava contida em recipientes. Mas a Luz Ilimitada de Deus, a essência divina contida nestes recipientes, era muito forte e eles quebraram, voando cacos para todos os lados, que serviram para a formação das klifót (cascas). O mito sugere que esta crise na natureza divina provocou o exílio de Shekiná, o aspecto feminino de Deus, que é associada, na Árvore da Vida, à Sefirá mais próxima ao mundo material, Malkut.

Não é preciso muito esforço para perceber os paralelos entre Sophia e Shekiná (ambos aspectos femininos de Deus), cujo desenrolar do drama cósmico provocou seu afastamento da natureza divina.

Segundo a cabala, a redenção do homem (tikun) é a libertação das chispas divinas aprisionadas nas klifót e a ascensão de Shekiná de volta à sua posição original na natureza divina. Neste sentido, assim como no gnosticismo, a redenção deixa de ser um evento pessoal (tikun ha-neshamá) para tornar-se um evento cósmico, escatológico (tikun ha-olam). A redenção do homem é a redenção da própria divindade, e o restabelecimento da ordem e da paz na natureza divina.

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Artigo originalmente publicado no FAMA FRA, n. 1, ano XI, 27/06/2007, Rio de Janeiro, p. 3, mar. 2007.

Publicado por: campani | novembro 3, 2010

O Absoluto Impessoal e o Deus Pessoal*

Carlos A. P. Campani

Existem duas grandes escolas da filosofia hindu: dvaita e advaita. Para a filosofia advaita (não dualista, monista) apenas o Absoluto Impessoal, Brahman (chamado também de Parabrahman ou Parashiva), é real e todo nome e forma é irreal, ilusório. O Absoluto Impessoal é imutável, oculto, inefável, incognicível e sem atributos. Um praticante advaita acredita que o mundo é ilusório, assim como todos os níveis de consciência – o estado de vigília é tão ilusório quanto o de sono profundo. Assim, a filosofia advaita identifica Atman (alma) com Brahman (o Absoluto), e o praticante desta filosofia afirma “Eu sou Brahman.” As práticas associadas à filosofia advaita envolvem a compreensão da transitoriedade da existência e a renúncia completa às coisas do mundo.

Por outro lado, a filosofia dvaita (dualista) afirma que existe o Absoluto Impessoal e sua energia ativa, Shakti, cuja manifestação é Kali (Deus Pessoal). Um praticante desta filosofia diria que “Brahman é o Todo, Eu sou uma parte.” Para a filosofia dvaita, os nomes e formas são reais, aspectos derivados do Absoluto que se manifesta como criador (Brahma), mantenedor (Vishnu) e destruidor (Shiva) – que são a raiz do movimento do mundo, permanecendo Ele, o Absoluto, imutável. Kali, a Deusa Mãe (metáfora para a Natureza), é a criadora da ilusão (maya) que mantém as almas atadas às cadeias do mundo. Para o praticante dvaita o caminho para o Absoluto é trilhado por meio de submissão e devoção (bakti) ao Deus Pessoal.

A cabala nos apresenta uma terceira abordagem, que chamaremos de não dualista qualificada. Para os cabalistas, o Absoluto (Ain Sóf) manifesta-Se por meio de duas faces: a Face Grande e a Face Pequena. A Face Grande é Deus-sem-Nome-Forma, Deus absconditus, Deus-em-Si-Mesmo, o aspecto transcendente de Deus, e a Face Pequena é o Deus-com-Nome-Forma, Deus-em-Suas-Manifestações, o aspecto imanente de Deus. Neste abordagem, todo nome e forma se unifica na Face Pequena (Deus Pessoal), que é um intermediário para a Face Grande e o Absoluto. O que a cabala ensina é que tudo se unifica em Deus e no Seu santo Nome (YHVH).

As diferenças entre as escolas dvaita e advaita são ilusórias, e a abordagem cabalística representa uma síntese de ambas. Bhagavan Sri Ramakrishna dizia que “aquele que acredita que Deus está em todas as coisas é igual àquele que diz que Deus é Nada”, quem realizou tal compreensão pode dizer “Tu és Eu. Eu sou Tu Vejo-Te em tôdas as partes. Onde quer que ponha os olhos, vejo Tua forma.”

Para aqueles que trilham o caminho da devoção (baktas), uma das práticas mais úteis e poderosas é a recitação do santo Nome de Deus. Repetir, cantar e pensar o Nome de Deus nos faz cada vez mais próximos de Sua divina presença.

Bibliografia

O Evangelho de Ramakrishna, Ed. Pensamento, 1971.

Gershom Scholem, A Cabala e seu Simbolismo, Ed. Perspectiva, 2009, ISBN: 9788527301329.

Daniel Feldman, Qabala: The Mystical Heritage of the Children of Abraham. Disponível em: http://www.workofthechariot.com/PDF/qabalah.pdf último acesso em: 28/02/2010.

Sri Swami Krishnananda, Yoga, Meditação e Japa Sadhana, The Divine Life Society. Disponível em: http://www.swami-krishnananda.org/ymj/Yoga_Meditation_and_Japa_Sadhana_Portugese.pdf último acesso: 25/02/2010.

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* Artigo publicado originalmente no FAMA FRA n. 1, ano XIV, 27/03/2010, Rio de Janeiro, p. 3.

Publicado por: campani | setembro 11, 2010

As Ideias Fundamentais da Cabala

Tentar resumir toda uma área de pesquisa, ainda mais com a complexidade do cabalismo, pode ser uma tarefa quase impossível. Some-se o fato que não podemos entender o cabalismo como um movimento monolítico e bem definido e teremos uma claro retrato de como uma tentativa desse tipo está fadada a ser incompleta e problemática.

O que chamamos de cabala é um movimento místico judaico surgido na idade média, cujas raízes remontam ao início da era cristã, e que se tornou relevante e influente na religião e na história judaica. Até os nossos dias, o cabalismo ainda é um movimento influente entre os judeus, particularmente entre os judeus hassídicos.

A cabala afirma que as escrituras sagradas, particularmente a Torá, escondem ensinamentos ocultos em suas palavras, e as chaves de interpretação deste conhecimento sagrado são encontradas nos ensinamentos cabalísticos.

Muitas das ideias da cabala são de diferentes origens e são aparentemente contraditórias, embora diversos estudiosos e sábios judeus tenham se dedicado a explicar estas inconsistências, conciliando-as por meio da explicação cabalística.

Devidamente alertados para esses fatos, pretendo cometer a ousadia de tentar resumir as principais ideias do cabalismo em apenas dez pontos:

  1. A existência de uma Realidade Absoluta, eterna, incriada e autocontida, que é a raiz de toda a criação, chamada de Ain Sóf;
  2. A existência simultânea de dois aspectos de Deus, um transcendente e outro imanente;
  3. O Nome de Deus, a Torá e as permutações das letras hebraicas são a origem da criação;
  4. A manifestação divina é dividida em dez entidades abstratas chamadas Sefirót, mas Deus é uma unidade indivisível;
  5. A divisão da realidade em quatro mundos que representam diferentes níveis do processo da criação: Atsilut, Briá, Yetsirá e Assiá;
  6. O equilíbrio entre elementos opostos, que são conciliados por um terceiro elemento, como origem e caracterização dos fenômenos do mundo (coincidentia oppositorum);
  7. A existência de duas almas no ser humano, uma divina e uma humana, que fazem paralelo com os personagens bíblicos Jacó e Esaú. Elas estão em constante conflito, a primeira almejando alcançar Deus, a segunda egoísta e envolvida com as coisas mundanas;
  8. O homem foi dotado por Deus de livre-arbítrio e essa é a razão para a existência do bem e do mal;
  9. A reencarnação da alma (gilgul ha-neshamot) é doutrina aceita, pois, segundo os cabalistas, há a necessidade do homem ter mais chances para completar sua missão neste mundo;
  10. A vida humana e o mundo físico são uma ilusão transitória, uma condição vaporosa e sem substância este mundo é formado apenas por consciência.
Publicado por: campani | agosto 30, 2010

¿Qué es la Cabalá?

Entrevista com o Dr. Rav. Michael Laitman:

Mais sobre: http://www.kabbalah.info/

Publicado por: campani | agosto 29, 2010

Cabalah – La imbatible felicidad

Vídeo de palestra em espanhol do Rabino Daniel I. Ginerman sobre cabala:

Veja mais no site http://www.kolisrael.tv

Publicado por: campani | abril 8, 2010

A Cabala Universal e o Rabinismo

O judaísmo rabínico desenvolveu-se desde o período imediatamente após a reconstrução do Templo de Jerusalém, destruido pelos Assírios, tendo-se tornado a forma dominante de judaísmo a partir da destruição definitiva do Templo pelos romanos, quando então o judaísmo ficou centrado nos ensinamentos dos sábios rabis e os rituais passaram a ser feitos exclusivamente nas sinagogas.

Infelizmente, o judaísmo rabínico, apegado às concepções de pureza levítica onde procurou suas raízes, afastou-se do espírito vivo da Torá e da tradição do povo nômade, descendente do patriarca Abraão. O rabinismo passou a propagar a ideia que era proibido o estudo do misticismo judaico, a cabala, à maioria dos judeus e a totalidade dos não nascidos de pais judeus. Como consequência do primeiro ponto, o judaísmo rabínico acabou, em grande parte, apegando-se a um ritualismo vazio e insípido. Quanto ao segundo ponto, acabou criando resistências infundadas ao estudo da cabala entre muitos não judeus.

No entanto, as ideias profundas e inspiradoras do misticismo judaico e as práticas da cabala mística devem ser entendidas em um contexto universalista. Devemos compreender o quanto a essência da cabala foi transmitida e distribuída a outras tradições místicas e religiões, e o quão importante é seu estudo para a compreensão destas tradições em uma abordagem de estudo comparativo de religiões.

Precisamos reencontrar esta tradição original dos descendentes de Abraão, vivendo em tendas em contato constante com seu D-us por meio de técnicas contemplativas da cabala mística. O judaísmo mais original, antes dos templos, antes das sinagogas. A essência pura da tradição iniciada por Abraão.

Publicado por: campani | outubro 26, 2009

Gershom Scholem: Um resumo

Gershom Scholem (5 de dezembro de 1897–21 de fevereiro de 1982) foi um filósofo e historiador judeu nascido na Alemanha. Ele é reconhecido como o fundador do moderno estudo acadêmico da cabala, tornando-se o primeiro professor de misticismo judaico na Universidade Hebraica de Jerusalém.
Ele opunha-se à visão do Wissenschaft des Judentums que acreditava que o estudo do judaísmo pode ser feito em perspectivas históricas e filosóficas separadas. Ao contrário, para Scholem o judaísmo é um objeto vivo, em evolução, moldado também por forças não-racionais. Estas não-racionalidades são os componentes místicos e míticos que tiveram grande influência na sua evolução, seja por influenciar positivamente ou por provocar reação contrária.
Scholem identifica a história do judaísmo dividida em três períodos:

  1. Tempos bíblicos: monoteísmo contra mito;
  2. Talmúdico: transcendência de Deus;
  3. Era medieval: negação do Deus pessoal/misticismo.

Sholem advogou a favor da existência de um gnosticismo judaico que precedeu o cristão. Ele também discordou das ideias de alguns estudiosos sobre a influência do neoplatonismo, particularmente Proclo, no desenvolvimento inicial do cabalismo. Para ele não ocorreu esta influência.
Obras importantes: “As Grandes Correntes da Mística Judaica” e “A Cabala e seu Simbolismo”

Publicado por: campani | outubro 22, 2009

Fundamentos da

Cabala:

Sêfer Yetsirá

Autor: Carlos A. P. Campani

Editora: Universitária/UFPel

e-mail: editora@ufpel.edu.br

Site: http://www.ufpel.edu.br/prec/livraria/

Edição: 2009

Páginas: 314

ISBN: 978-85-7192-505-2

Tiragem: 300 exemplares

Resumo do livro: “Fundamentos da Cabala: Sêfer Yetsirá” busca apresentar e elucidar um dos mais conhecidos textos cabalísticos, o Livro da Criação, Sêfer Yetsirá. A tradução do Sêfer Yetsirá para o português foi feita diretamente do texto hebraico, que é apresentado na íntegra no livro. A tradução é acompanhada de explicações do autor, e citações dos comentários dos mais renomados eruditos e estudiosos, entre eles Gaon de Vilna, Ramban, Raivad, Moisés Botarel, Otsar HaShem, Saadia Gaon, etc. O livro inclui ainda uma introdução aos principais conceitos da cabala, e anexos sobre cifras cabalísticas e sobre Adão Kadmon. Cada capítulo do livro finaliza com um exercício prático de meditação cabalística. O Sêfer Yetsirá é um dos mais importantes textos cabalísticos, e foi provavelmente escrito no séc. III da era cristã, sob inspiração gnóstica. Ele versa sobre o misticismo e a tradição mágico-esotérica judaica, descrevendo a criação divina, que é apresentada como sendo resultante das combinações e permutações das letras do Nome de Deus (YHVH). Sua importância para o cabalismo pode ser inferida do fato dele ser o texto judaico mais antigo que cita o conceito de Sefirá. Também é inegável a importância do Sêfer Yetsirá para maçons, rosacruzes e estudantes de ciências ocultas em geral. Este livro procura relacionar as ideias da cabala, que aparecem no Sêfer Yetsirá, com correntes da filosofia e religião, principalmente neoplatonismo, budismo e ioga.

Sumário:

Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . xix
Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . 3
O Cabalismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . 3
Origem e Autoria do Sêfer Yetsirá . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . 11
Versões do Sêfer Yetsirá . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . 13
Traduções do Sêfer Yetsirá . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . 14
Nome do Livro e Temas Abordados no Texto . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . 17
Método Exegético . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
Manuscritos e Tradução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
Capítulo 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
Capítulo 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109
Capítulo 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153
Capítulo 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173
Capítulo 5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207
Capítulo 6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231
Anexos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 263
Anexo 1: Sêfer Yetsirá – Versão Gra . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . 265
Anexo 2: Adão Kadmon . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . 275
Anexo 3: Cifras Cabalísticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . 279
Índice Remissivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .  . . . . . . . . . . . . . . . . . 283

Mais informações: http://seferyetsirah.greatnow.com/

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